Um verdadeiro incómodo para quem como eu detesta mudar os hábitos: o Diário de Notícias está cada vez mais inóspito para mim - no Sobe e Desce semanal (não assinado) Manuela Ferreira Leite tem classificação negativa por ter um entendimento de casamento e de família distinto do da fidalguia bem pensante do regime. Depois, com destaque de capa na revista DN Sábado temos um despudorado e amoral testemunho de um aborto legal vivido por uma jornalista, que sintomaticamente nem o assina.
E não é que eu perdi mesmo o comboio do "progresso"?
Meu caro João Távora,
ReplyDeletenão foi só você que perdeu o comboio do "progresso".
Eu também sinto que o perdi - "este" comboio deste "progresso"...
Muitos como nós também o terão perdido...
Mas este "comboio do progresso" conduz ao abismo...
E por isso, você e eu - e tantos outros - o perdemos. E quem não perdeu, é melhor saltar dele quanto antes...
Abraço!
A sra. que está a dar de mamar, é solteira, viúva, casada homossexual, casada heterossexual ou vive em união de facto?
ReplyDeletePodia ser um caso de fidalguia bem pensante do regime. Podia. Acontece que não é nem fidalguia (ou aristocracia), nem bem pensante: são saloios. Isto cá no meu entender, já se sabe.
ReplyDeleteAinda lê o Expresso? Não leio há muitos anos. Bom fim-de-semana!
Não me parece que à criança faça qualquer diferença.
ReplyDeletePrecisamente.
ReplyDeleteA senhora que está a dar de mamar, desculpem, é solteira, e a criança é fruto de uma inseminação artificial com esperma de um amigo que é gay.
ReplyDeleteA mãe adora a criança, a criança adora a mãe e o pai, que não vivem juntos. E são todos muito felizes e idóneos, cada qual na sua casinha.
Valha-me Deus.
Obrigado pela sua visita Isabella. Volte sempre!
ReplyDeleteAgradeço os comentários, mais os solidários obviamente. :-)
ReplyDeleteEstou estupefacta com essa descrição de um aborto. Será que se perdeu o mínimo de decência (e bom gosto, já agora)? Não vir assinado é um mimo. Por muito que custe aos "progressistas", por muito legal e pago pelos contribuintes que seja, o aborto nunca será um acto bem visto.
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