
A Portugal, um país há séculos sem problemas existênciais de "nacionalidade", em matéria de "agitação" e "excitações", restou-lhe entreter-se com uma percentagem anómala de reaccionários, excêntricos e progressistas, responsável pela extrema dificuldade na gestão política das grandes crises, sendo disso exemplo a queda da monarquia, entre a crise do Mapa Cor de Rosa e o 5 de Outubro. Isso explica que nos nossos dias o PCP, o bloco e a extrema-direita nacionalista devam bem ultrapassar os 20%. Também por isso o nosso país é um atraso de vida.
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