
Bom seria que se entendesse de uma vez por todas que as profundas convicções ecológicas de Gonçalo Ribeiro Teles, expressas no seu cepticismo pelos excessos da “engenharia” do homem no meio natural, são as mesmas que conduzem e fundamentam as suas convicções monárquicas: Portugal, como nação composta por comunidades naturais autónomas encimadas pela Instituição Real legitimada por 800 anos de história, a consolidar e agregar os portugueses, penhor da liberdade de todos, “o suporte interessado na boa organização e gestão da rés-publica” nas suas palavras.
Que Deus o guarde na sua infinita glória.
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