José Rentes de Carvalho discorre aqui sobre o fascínio dos aeroportos, das estações de comboios e das urgências dos hospitais. Os três são cenários de espera, de chegadas e partidas. O aeroporto exala uns laivos de euforia e mundanidade que não tem paralelo na plataforma da estação dos comboios, melancólica e proletária. De resto é nas urgências de um hospital, que a pobreza e o precário sobressaem na paisagem humana, e o olhar dos outros nos espelha despidos de máscaras e artifícios... mas com a inocência perdida.
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
O espelho de Alcácer
O ruído da espuma dos dias nos noticiários cansa-nos, avassala-nos e, não raras vezes, anestesia-nos a alma. Por isso, a nossa primeira reaç...
-
O ruído da espuma dos dias nos noticiários cansa-nos, avassala-nos e, não raras vezes, anestesia-nos a alma. Por isso, a nossa primeira reaç...
-
Na Semana Santa que por estes dias vivemos, fomos convidados a percorrer simbolicamente o caminho de Jesus Cristo até ao Calvário, impulsio...
-
Não tenho grande pachorra para "socialites" ou intriguinhas “cor de rosa”. Nunca dei muita atenção às fofocas sobre o casamento d...
No comments:
Post a Comment