Thursday, January 19, 2017

Da escrita

Há pessoas, quase sempre obscuros académicos, que escrevem de uma forma tão rebuscada, conjugando palavras difíceis escolhidas a preceito e sem critério aparente, frases tão extensas quanto incompreensíveis que mais parecem charadas. Ao principio, eu pensava que o problema era meu, mas depois percebi que essa é uma formula que eles usam para se armarem aos cucos disfarçando formulações de teses ilógicas ou mesmo a completa inexistência de uma ideia. Hoje estou convencido que fazem isso para gozar com o pagode, e riem-se dos que caem na esparrela de tentarem descodificar os seus textos.

5 comments:


  1. Assenta que nem uma luva. E o barrete encaixa até ás orelhas, tentando ocultar o vazio armado aos cucos desses escribas pretensiosos, forrados de académicos obscuros.
    Tenho por norma, e por índole,, uma invencível tendência para agradecer á mão que me segura o espelho.
    Sabe João nem todos nascemos com o dom duma escrita concisa e fluída.
    Confesso o erro de casting e envio um abraço tranquilo e sincero.

    O isso tudo Manuel
    ..

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  2. Manuel Lamas de MendonçaJanuary 20, 2017 at 5:13 AM


    O respeitado João reenviou-me o seu texto sobre a escrita
    Ao qual já havia respondido.
    E a cuja resposta não tenho nada a retirar ou acrescentar.

    Alguns obscuros académicos não se têm em tão alta consideração,nem se levam tão a sério.como parece ser o seu entendimento.
    Por vezes podem discordar da actualidade de questões diferidas para um tempo posterior, e condicionadas pela envolvente internacional destas semanas até hoje.
    Talvez o façam numa escrita susceptível de o irritar. Mas isso acontece por limitações da escrita de cada um .
    Estava longe das intenções com que me fustiga.
    Lamento profundamente ter provocado uma zanga tão virulenta

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  3. Ora essa, Manuel?!
    O que eu escrevi não lhe era dedicado. A sua escrita é tudo menos obscura.

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    1. Manuel Lamas de MendonçaJanuary 20, 2017 at 11:43 AM


      Apetecia-me exalar uns UFA, & SAFA!
      Enfiei o barrete porque nunca acho o que escrevo suficientemente claro e conciso. e além disso caibo na moldura do académico muito obscuro


      Queira perdoar, e, se me der licença, vou sair da sua personagem para libertar o blog da opressão de ter na barriga um volumoso escriba acocorado
      Abraço
      Manuel

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    2. Será sempre bem vindo.
      Cordeais cumprimentos.
      João Távora

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