Faz-me uma imensa impressão, no doloroso rescaldo dos ataques terroristas em Paris transmitidos pelas televisões, a quase total ausência de imagens de manifestações de devoção cristã, sejam celebrações religiosas ou exibição dos seus símbolos.
Erradicado Jesus Cristo do espaço público, fico com a impressão que o que sobra nos nossos dias é uma Europa imensamente frágil, esvaziada do transcendente, espoliada de Esperança. À mercê da mais vil perversidade.
Bom era que reaprendessem os europeus a transformar cada "minuto de silêncio" num tempo de oração sincera, que devolvesse algum sentido à dor lancinante da perda, que aplacasse a ameaça do medo. Creio que está aí o resgate de uma Europa fortalecida.
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