Vem-se acentuando de há umas semanas para cá, na minha rua e no jardim em frente ao meu escritório: choupos, plátanos e demais arvoredo numa desavergonhada fúria reprodutora exponenciada pelo vento, expelem carradas de pólens que tornam o ar difícil de respirar. Como num cenário apocalíptico, enquanto se escutam anúncios de anti-alérgicos nas rádios e televisões, muita gente já só vem para a rua de máscara na cara. Consola-nos que por uma vez é a verdejante natureza a culpada de tão incómodo fenómeno e não a ganância do cruel homem branco ocidental. Já para não falarmos da digestão das vacas e dos bois que produzem gás metano em barda que é responsável pelo efeito de estufa. O melhor é não se falar muito deste assunto, se não os Verdes ainda nos proíbem de comer bitoques.
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