Ainda assim a questão base parece-me que reside na equívoca arquitectura regime. Cavaco usou a margem que possui e passa duma visão minimal dos poderes do Chefe de Estado para a oposta: traído pelas disputas entre Portas e Passos Coelho e sem consideração pelo parlamento eleito assumiu o risco de gerir a agenda politica. Apesar dos portugueses alimentarem simpatias por homens providenciais receio bem que a coragem revelada resulte afinal numa trágica imprudência. De resto, perante este cenário, pouco compensadora é a severa lição dada a Paulo Portas a quem definitivamente lhe escapa a História.
Thursday, July 11, 2013
O despertar do semi-presidente e outras desgraças
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