Paulo Portas explicou ontem ao país o porquê da firmeza do CDS no compromisso da estabilidade que garante o cumprimento do "memorando", a única forma de dos libertarmos a breve trecho da Troika e de uma tragédia ainda maior. Com essa premissa de fundo bem clarificada, o presidente do CDS mostrou que, apesar destes excepcionais tempos de tormenta, ainda não desistiu das eleições, assunto que afinal é da natureza dos partidos numa democracia. Resta-lhe demonstrar ao ministro Gaspar como se poderá compensar os cerca de 400 milhões de euros da sobretaxa aos reformados de que ae demarca e rejeita. O mesmo que se deve exigir a Seguro quando nega toda uma trágica realidade: a intransigência dos credores.
Monday, May 6, 2013
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