Perante o estado de excepção em que decorre esta legislatura, pergunto-me como os comentadores regimentais conseguirão manter crescente o seu tom de hecatombe. Há mais de dois anos que se esganiçam, não tarda ficam afónicos (ou sem vocabolário).
Perante o estado de excepção em que decorre esta legislatura, pergunto-me como os comentadores regimentais conseguirão manter crescente o seu tom de hecatombe. Há mais de dois anos que se esganiçam, não tarda ficam afónicos (ou sem vocabolário).
O ruído da espuma dos dias nos noticiários cansa-nos, avassala-nos e, não raras vezes, anestesia-nos a alma. Por isso, a nossa primeira reaç...
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