Passadas as ondas de choque do anúncio de ontem pelo 1º ministro da reposição das medidas de austeridade chumbadas pelo Tribunal Constitucional no âmbito do compromisso de ajustamento financeiro, gostaria de reflectir aqui alguns pontos.
Segundo os especialistas a brutal desvalorização do valor do trabalho prenunciada (e agora reforçada), tendo em conta a competitividade da economia portuguesa é condição fundamental à nossa permanência no euro (acaso a moeda permaneça) .
A aposta numa redução da contribuição para a segurança social por parte das empresas como estimulo ao emprego é uma medida muito arriscada e como tal uma medida tão corajosa que roça a "loucura", e cujos resultados práticos apenas o tempo desvendará.
A fórmula de devolução de um mês de subsídio à função pública em duodécimos é um corajoso sinal dado à economia pelo principal empregado nacional, em favor duma gestão mais racional de tesouraria.
Finalmente o pior dos sinais ou tendência que ontem se vê confirmada: como refere aqui José Mendonça da Cruz, o facto é que as grandes reformas do Estado, das suas empresas e parcerias continuam por fazer. O voraz Estadão socialista e suas clientelas continua incólume.
Saturday, September 8, 2012
De ressaca
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
O espelho de Alcácer
O ruído da espuma dos dias nos noticiários cansa-nos, avassala-nos e, não raras vezes, anestesia-nos a alma. Por isso, a nossa primeira reaç...
-
O ruído da espuma dos dias nos noticiários cansa-nos, avassala-nos e, não raras vezes, anestesia-nos a alma. Por isso, a nossa primeira reaç...
-
Na Semana Santa que por estes dias vivemos, fomos convidados a percorrer simbolicamente o caminho de Jesus Cristo até ao Calvário, impulsio...
-
Não tenho grande pachorra para "socialites" ou intriguinhas “cor de rosa”. Nunca dei muita atenção às fofocas sobre o casamento d...
Não há um deputado PP que peça a exibição de todos os contratos das PPP´s (scuts)...completos...com anexos...com adendas? Não são segredo de Estado.
ReplyDeleteÁlguém vai pedir...podiam ser pioneiros. Adolfo M. Nunes, que tal?
*
É hoje que o CDS sai do Governo, certo?