Thursday, December 1, 2011

Restauração da Independência?

 


 


Ao contrário dos maçons que por já por aí uivam e acirrados rosnam salivando ódio com a ameaça da extinção do 5 de Outubro, o modo conformado com que a Igreja concede na eliminação de duas importantes festas religiosas, coincide com a maneira polida característica das forças mais tradicionalistas, que também se resignam com o fim do feriado da Restauração da Independência. De facto o mundo não acabará por isso, mas o fenómeno encerra em si um terrível simbolismo: quem é que por estes dias quer saber verdadeiramente dessa coisa extravagante chamada soberania, ou ainda desse capricho da “independência”?


 



 


De resto, ontem à noite, quase setecentos portugueses entre os quais muitos jovens juntaram-se no Centro Cultural de Belém numa evocação aos heróis que há 371 anos instauraram a “Dinastia Portuguesa” da Casa de Bragança em torno do Chefe da Casa Real Portuguesa. Com a habitual leitura da mensagem de S.A.R. tratou-se duma sóbria manifestação de sentido pátrio e solidariedade olimpicamente ignorada pelos média, demasiado ocupados  com o exercício de bajulação ao decrépito regime encarnado por Mário Soares que promovia uma vernissage na sala ao lado com o lançamento do seu livro.
Porreiro pá!


 

1 comment:

  1. Espanta-me que continuemos a fazer o jogo sujo dos republicanos continuando a ignorar a data da fundação de Portugal a 5 de Outubro de 1143. O dia escolhido em 1910 não foi mera coincidência mas apenas o primeiro passo de uma política de apagamento da História de Portugal que continuou na mudança de Hino, de Bandeira, de moeda e, principalmente, por ser de mais profundo e generalizado efeito, de escrita.
    Viva o Rei! Viva Portugal!

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