Pela fresca deixados os pequenos nas suas escolas aqui no Estoril, a minha mulher voltou à pressa para casa a terminar um trabalho de tradução urgente para uma conhecida farmacêutica enquanto eu dirigi-me para o meu escritório em Cascais. Na vila o comércio está em pleno, ao cimo da minha rua, constato que a EDP está aberta e à frente quatro funcionários da câmara trabalham numa vala aberta no passeio. Apesar da minha perspectiva parcial, suspeito que, tirando os militantes sindicais e alguns funcionários bafejados com "empregos" vitalícios, com mais ou menos dificuldade a vida continua. Apesar do boicote.
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