Com as manifestações editoriais do Público sempre sabemos ao que vamos: por exemplo o jornal apoiou o aborto, o casamento gay e hostilizou Cavaco Silva. Nessa mesma linha, hoje esse jornal insurge-se contra o apelo ao voto de Cavaco Silva, relevando que a democracia admite outras formas de participação. O facto é que o presidente não disse que quem não vota a seguir tem de ficar calado; disse que perde legitimidade de se queixar do governo, coisa do domínio do bom senso. Interpretar outra coisa é um abuso politicamente enviesado. Sabemos muito bem como uma certa comunicação social a par duma minoria parlamentar da extrema exquerda, acalenta o secreto desejo de fazer de Lisboa uma fervilhante Praça Tahrir. Para seu azar tem que se contentar com meia dúzia de ganzados na Praça do Rossio.
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
O espelho de Alcácer
O ruído da espuma dos dias nos noticiários cansa-nos, avassala-nos e, não raras vezes, anestesia-nos a alma. Por isso, a nossa primeira reaç...
-
O ruído da espuma dos dias nos noticiários cansa-nos, avassala-nos e, não raras vezes, anestesia-nos a alma. Por isso, a nossa primeira reaç...
-
Na Semana Santa que por estes dias vivemos, fomos convidados a percorrer simbolicamente o caminho de Jesus Cristo até ao Calvário, impulsio...
-
Não tenho grande pachorra para "socialites" ou intriguinhas “cor de rosa”. Nunca dei muita atenção às fofocas sobre o casamento d...
No comments:
Post a Comment