É só percorrer a marginal de comboio para constatar o facto: por estes dias as praias estão cheias. São um invejável e democrático luxo português: temos quase 900 km de areia fina e mar fresquinho, ao alcance da maioria das famílias, que como se sabe abandonaram o interior e residem perto do litoral. Bastam umas sanduíches de mortadela, maçãs e um cantil de água para garantir-se divertimento prós mais pequeninos e um bom antidepressivo para os graúdos (a quem se aconselha a não comprar o jornal e rejeitar o Destak). Não imagino como os alemães em Essen ou os ingratos dos Finlandeses sobreviveriam ao purgatório que nos preparamos para enfrentar. Se calhar por isso é que eles não deixam os seus créditos em mãos alheias, mas isso é outra conversa.
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