Trata-se da mais democrática das questões: desde que possuo entendimento que me lembro de a ouvir, da boca do governante à do médico passando pela da senhora da padaria ou do taxista. Ao “isto” da pergunta aplicam-se indiscriminadamente as principais aflições da existência, como sejam a doença, o custo de vida, as alterações climáticas, a irreverência juvenil e o já famoso fim de regime. A resposta pode ser bem cruel.
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