Na continuação da sua Jihad, o Diário de notícias titula hoje que 60% dos divórcios tem origem em casamentos pela Igreja: este é no meu entender um claro sinal da leviandade e dos equívocos com que muitos casais se abalançam para esse sacramento, muitas vezes por causa da tradição ou por mero apontamento folclórico. Claro que há divórcios e divórcios, a hierarquia deverá saber responder com mais agilidade a muitas situações dramáticas e concretas no seio das suas comunidades. A "anulação" canónica dum casamento é difícil mas possível: sei do que falo.
Sou daqueles que considera que, mesmo sob pena de provocar impopularidade, a Igreja deveria ser mais exigente com os casais a respeito dos pressupostos para este sacramento. Confesso que tenho muita dificuldade em entender o que é um “católico não praticante”. Se não pratica, se não aspira e exercita devotadamente a sua catequese em Cristo, não goza nem se fortalece com as Graças da fé: não é católico, ponto final. De facto, como referiu em tempos o Papa Bento XVI, nestes acirrados tempos de individualismo os católicos têm que se habituar a viver como resistente minoria. De resto parece-me definitivamente que casar não é obrigatório, muito menos pela Igreja.
Pois é João ,.
ReplyDeletemas a igreja com os fiéis todos a desaparecer cada vez foi ficando menos exigente relativamente aos sacramentos prestados a começar no baptismo.
Ser católico não praticante, na ideia das pessoas, é ser apesar de tudo uma pessoa que pratica o bem, ama o próximo mas não adere às cerimónias da igreja nem às suas obrigações ritualistas, é só isso creio que a maioria das pessoas que se diz católico não praticante , preconiza!
Abraço!
Cara Antonieta:
DeleteO fundamento do Cristão não é a bondade, é a relação com Cristo, o qual com o seu amor e misericórdia nos ajudará no caminho da santidade. Daí a necessidade "de prática".
Com amizade,