O que se passa com uma família que se veja obrigada a vender o carro e as jóias para amortizar os juros da sua dívida? O mesmo que com a república portuguesa quando o Estado se prepara para privatizar uma série de participações em empresas, com a perspectiva da obtenção de cerca de seis mil milhões de euros de receitas, não para abater na dívida pública, mas nos juros que ela acarreta. E não será o anunciado aumento da carga fiscal sobre a depauperada classe média que salvará o país da falência em perspectiva.
Fomos todos ludibriados nesta questão dos impostos. Mais um facto que nos comprova que o carácter e sentido de Estado do primeiro-ministro tem consistência duma pevide. De resto considero mais do que previsível que José Sócrates abandonará o barco mesmo antes dos ratos.
Parabéns pelo destaque e pelo blog, dei uma vista de olhos e achei "manero".
ReplyDeleteE olhe que não há-de faltar muito.
ReplyDeleteCumpts.
Um abraço, caríssimo.
DeleteO rato é ele - espero que o barco o abandone...
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