O pequeno Leandro continua desaparecido oculto algures num baixio do Rio Tua como que bradando pela atenção que nunca teve enquanto era humilhado e sovado com a conivência dum sistema de ensino inimputável. Aliás perante a crueldade destes factos, nenhuma alma desta indulgente adolescentocracia que todos ajudámos a edificar jamais deveria ficar tranquila.
Aqui deixo uma sugestão: enquanto se procura o Leandro, todos os estabelecimentos de ensino nacionais deveriam colocar a bandeira a meia-haste, e os seus intervenientes dedicarem uma hora diária de confronto profundo sobre a responsabilidade de cada um para que atrocidades como o bullying possam acontecer à nossa volta apesar de tanta modernidade.
Fotografia Joana Oliveira, Público
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