É uma enorme sobranceria pensarmos que a cor amarelada e o estado consumido do papel que compõe os livros que herdámos ou adquirimos num qualquer alfarrabista é seu atributo ou qualidade. Hoje como há cinquenta ou cem anos, o mesmo processo de deterioração se inicia com as reluzentes e bem cheirosas edições em destaque nos escaparates das livrarias. Por saber fica quais dessas novidades merecerão ocupar lugar nas bibliotecas ou alfarrabistas daqui a duas ou três gerações.
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