A propósito deste post do André Abrantes do Amaral, convém ressalvar que, apesar de actualmente me parecer exagerado o peso do Estado na promoção de uma nova ordem ética (refiro-me às questões fracturantes), quando eu defendo o liberalismo em Portugal como uma questão de patriotismo, refiro-me essencialmente à questão económica onde o seu peso é deveras asfixiante. Em vez de desperdiçar recursos dos contribuintes a doutrinar o povo e alimentar clientelas, tirando alguns sectores estratégicos como o da Segurança, da Defesa ou da Justiça, o Estado deveria concentrar-se tanto quanto possível na regulação. Ninguém nega a importância para o país dos supermercados, mas porque raio haveria o dito cujo geri-los? Imaginem o só bom-bom que seria o ministério da sua tutela! As secretarias de Estado, os assessores, a multidão de administrativos, já para não falar dos institutos e fundações. E punha mais sindicalistas na rua do que o da Educação!
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