Neste caso não concordo com o Henrique Raposo: Ravel compôs algumas das maiores estuchas contemporâneas, concertos para matraca e porta de elevador e coisas do género, mas eu considero o Bolero uma bela e emocionante obra, que conseguiu sobreviver ao excesso de exposição das modas. A ouvir, com o espírito propenso e com uma boa aparelhagem, onde nos possamos deleitar com os instrumentos que de forma tão explicita e carnal exprimem as suas sonoridades e texturas, naquele ritmo quase hipnótico. De resto, Henrique, eu sou daqueles que se arrebatam com “mulheres difíceis” destas: os concerto nº 2 e 3 para Piano e Orquestra de Rachmaninov levam-me aos píncaros. E também concordo com o seu avô: "Texaicov" é mesmo bom - macho e imperial. Decididamente como melómano sou um incurável reaccionário.
Tuesday, June 23, 2009
Melomanias
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
O espelho de Alcácer
O ruído da espuma dos dias nos noticiários cansa-nos, avassala-nos e, não raras vezes, anestesia-nos a alma. Por isso, a nossa primeira reaç...
-
O ruído da espuma dos dias nos noticiários cansa-nos, avassala-nos e, não raras vezes, anestesia-nos a alma. Por isso, a nossa primeira reaç...
-
Na Semana Santa que por estes dias vivemos, fomos convidados a percorrer simbolicamente o caminho de Jesus Cristo até ao Calvário, impulsio...
-
Não tenho grande pachorra para "socialites" ou intriguinhas “cor de rosa”. Nunca dei muita atenção às fofocas sobre o casamento d...
No comments:
Post a Comment