Com a cumplicidade entre sindicatos dos professores e os sucessivos governos da III república, o ensino público degradou-se a tal ponto que hoje pouco mais é do que um mito. A sua rede de escolas tornou-se num gigantesco depósito de jovens ociosos e um asilo de marginais, em que o saber e a formação do carácter são disciplinas acessórias. Neste contexto, entende-se perfeitamente o esmero de alguns, que em tempos foi de retirar das escolas os símbolos cristãos e que, actualmente, é o de aí se proceder à distribuição de preservativos. Suspeito que os próximos passos passarão pela substituição dos professores por psicólogos e dos contínuos por enfermeiros - todos eles sob a orientação dum zeloso psiquiatra.
Enquanto isso, é hoje uma desgraça para qualquer pai responsável não possuir recursos para pagar um colégio privado e livrar os seus filhos dum medíocre, se não desgraçado, destino.
Monday, May 18, 2009
Sobre distribuição de preservativos nas escolas
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Não poria a quase generalidade dos pais de fora da responsabilidade.
ReplyDeleteUm exemplo: o professor é facilitista , facilita o copianço, talvez por inexperiência. Não há queixas. No ano seguinte as notas descem porque o professor é mais exigente. Há toneladas de queixas. Não pensem que os pais desconheciam, porque eles afirmam o contrário. Estão a responsabilizar a escola pelo que aconteceu no passado justificando que não se aperceberam antecipadamente das consequências. Mais, a escola tinha a obrigação de saber (talvez adivinhando) e ter proporcionado aulas extra.
Outro exemplo: o aluno é apanhado a copiar e o teste é anulado. O que reivindicam os pais? que se submeta o petiz a um novo teste. Os jovens, por serem jovens podem errar e devem ter mais uma oportunidade. Além de que as escolas teimam em concentrar os testes em poucas semanas, o que deixa os jovens sem tempo para se prepararem devidamente. Não dar nova oportunidade a um jovem, que copiando mostrou estar interessado no sucesso, é encaminhá-lo para a desmotivação.
Não foram os professores, nem o ministério que estragaram a escola. Foi o país inquinado que entrou na escola. O ME e os professores só abriram a porta. Esta escola agrada à generalidade dos portugueses porque se revêem nela: sem valores. A escola antiga é a culpada de todos, muitos, que cospem nos professores: a escola que tentou introduzir-lhes valores que por não serem os de casa foram rejeitados.