Os métodos são ancestrais: há pouco menos de cem anos o ministro da Justiça Afonso Costa deportava para a Goa um grupo de juízes do Tribunal da Relação de Lisboa como represália ao arquivamento dum processo contra João Franco por causa do célebre caso dos adiantamentos á Coroa (ler mais).
Hoje os jacobinos seus herdeiros conhecem bem a metodologia e procedem zelosamente em favor do seu "senhor": em encontros presenciais e conversas telefónicas, o presidente do Eurojust Lopes da Mota terá dito aos dois procuradores que iriam "tramar-se", ou "sofrer represálias" - depende das versões de testemunhos - se não acabassem depressa com a investigação. Foi-lhes transmitido que o primeiro-ministro queria celeridade no processo e sublinhado o risco de perda da maioria absoluta. No i Online
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