Filipe Nunes Vicente:
(...) O Francisco, a Rute e a Renata passaram a viver juntos. Mas viviam em degredo. Queriam casar-se como as pessoas normais e não podiam. Teriam de optar. Não podiam: o afecto e o amor escorria-lhe pelo testum.
O Francisco, a Renata e a Rute amaldiçoam esta sociedade que se julga no direito de regulamentar a forma como as pessoas se amam, excluindo-as da ordem jurídica aceitável. (...)
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