Mário Crespo ontem no Jornal de Notícias:
O horror do vazio
Depois de em Outubro ter morto o casamento gay no parlamento, José Sócrates, secretário-geral do Partido Socialista, assume-se como porta-estandarte de uma parada de costumes onde quer arregimentar todo o partido.
Almeida Santos, o presidente do PS, coloca-se ao seu lado e propõe que se discuta ao mesmo tempo a eutanásia. Duas propostas que em comum têm a ausência de vida. A união desejada por Sócrates, por muitas voltas que se lhe dê, é biologicamente estéril. A eutanásia preconizada por Almeida Santos é uma proposta de morte. No meio das ideias dos mais altos responsáveis do Partido Socialista fica o vazio absoluto, fica "a morte do sentido de tudo" dos Niilistas de Nitezsche. (...) Ler tudo aqui.
Desta vez não percebi... Ou talvez tenha percebido e não queira perceber. Mas não, acho mesmo que tenho uma incapacidade qualquer para perceber o texto. Talvez pelas suas circunvoluções em torno da ausência de vida...
ReplyDeleteOlá, João! Meti-o numa corrente através do Delito...
ReplyDeleteJá respondi, Teresa. :-)
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