Uma lástima a prestação nacional ontem em Braga contra a Albânia. O problema é que tratando-se de uma selecção de jogadores, esta está longe de ser uma equipa, não possui um sistema de jogo. Do que eu estou certo é de que o futebol não se joga de fato e gravata, e que por mais que se deseje, um treinador “de bola” não é um “gestor”. O que é mais trágico, é que com a saída de jogadores como Figo ou Rui Costa a selecção perdeu liderança dentro do campo.... e com a chegada de Queiroz perdeu-a no banco.
* Palavras de Carlos Queiroz na conferência de imprensa
O senhor Queiroz não conhece a máxima que diz que "um bom empregado não é necessariamente um bom patrão".
ReplyDeleteO futebol às vezes causa azia, caro João Távora. Uma azia, é o que é.
ReplyDeleteUma prestação vergonhosa. E também uma vergonha, cada prelecção do 'professor' Queiroz após os jogos. Um pouco mais acima também me pronuncio, João. Abraço
ReplyDeleteÉ bem verdade, Meu Caro João! Chegou e as alterações que fez nas convocatórias não parecem obedecer a qualquer critério técnico, mas ao princípio militar da velha escola de mudar qualquer coisa à entrada, para manifestar autoridade.
ReplyDeleteQuanto à armação da equipa, voltámos aos tempos em que a profundidade inexistia.
Abraço
Eu apoio as palavras de Queiroz e vou mais longe:
ReplyDelete- O futebol, com ele a treinador, é sempre uma agonia.
Quem dera que ele também fosse (para) mais longe!