A instituição do descanso semanal obrigatório dos trabalhadores em discussão na Europa no final do Séc. XIX entrou na agenda política portuguesa em 1904. Então, os republicanos, com Teófilo Braga como protagonista, opuseram-se veementemente a tal prerrogativa, com o argumento de que: o descanço dominical, isto é, a morte de toda a actividade intellectual e fabril de um paiz, é o tédio ou a ruína. É o suicídio social para a gente fina que se diverte. Um domingo de Londres é, para os habitantes de Londres, o peor e o mais negro e húmido dos seus nevoeiros. Saiba mais aqui
Imagem: Calceteiros em obras municipais de Joshua Benoliel 1907 daqui.
Felizmente que agora está tudo aberto e até os hipermercados não tardam nada o estão à tarde.
ReplyDeleteAfinal o Anacleto Louçã, que há pouco propôs três dias de descanso semanal, é um grande monárquico, percebi agora. Por isso é que ele é apreciador de caviar, a pista existia mas passou-me despercebida.
ReplyDeleteChiça, essa é que me conveceu!
ReplyDeleteOnde me posso inscrever na Causa Monárquica?
Estas pequeninas histórias são muito elucidativas...
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