Enquanto se procede a obras de melhoramento no hemiciclo em S. Bento, os trabalhos desta legislatura prosseguem provisoriamente na belíssima Sala do Senado que para o efeito foi remodelada. Além da ausência do barrete frígio, compraz-me saber que os nossos depreciados deputados da república actuem, mesmo que temporariamente, sob a vigilante figura do rei D. Luís (o popular) imponentemente representado na cabeceira da sala.
Nota: texto reeditado
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Enquanto se procedem a obras de melhoramento?
ReplyDeleteJá ali abaixo se diz que «haviam estrelas»...
Sob as vigilantes figuras de D. Carlos e do poeta Alegre, se faz favor.
ReplyDeletelamento mas o monarca é D. LUIS, um feliz rei constitucional sem tentações ditatoriais. Uma maçada!
ReplyDeleteEntretanto, diz que Hugo Chávez está ali está aqui outra vez.
ReplyDeleteAté sou monárquico, mas não se percebe o que faz num areópago republicano um quadro de El-Rei D.Carlos I. Não te sentido nenhum. A sua manutenção não se justifica e não representa qualquer respeito histórico. O regime mudou e os seu símbolos também.
ReplyDeleteNão vamos deitar castelos e palácios abaixo ou pintá-los de verde-rubro, mas aqui trata-se de um local eminente e exclusivamente politico.
Ali ficava bem mas era a Vanessa Fernandes, num quadro.
ReplyDeleteJoão Tãvora
ReplyDeleteRealmente fica!... Quando se dignam estar presentes!...
arneiro
O verdadeiro republicano respeita a história do seu país. Houve monarquia, não houve? Então, que mal faz que esteja lá o quadro?
ReplyDeleteSou republicano, mas não deixo por isso de reconhecer que existiram reis que foram grandes estadistas.
Por exemplo. para mim, o maior estadista português de todos os tempos:
O meu comentário saíu estropiado, vou reenviar:
ReplyDeleteO verdadeiro republicano respeita a história do seu país. Houve monarquia, não houve? Então, que mal faz que esteja lá o quadro?
Sou republicano, mas não deixo de reconhecer que existiram reis que foram grandes estadistas.
Por exemplo, para mim, o maior estadista português de todos os tempos foi o Rei D. João II.
Recordo uma homenagem, escrita pelo maior poeta português de sempre:
«Manda a vontade, que me ata ao leme,
d' El Rei D. João Segundo!»
Fernando Pessoa.