A miudagem não sabe, a publicidade não exalta; a literatura despreza e o poeta desconfia. Mas é com o amor antigo e cúmplice, batido pelo tempo e pelo conhecimento, que se alcança a mais sublime comunhão e gloriosa intimidade sensual. O resto é propaganda enganosa, estéril sedução.
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O espelho de Alcácer
O ruído da espuma dos dias nos noticiários cansa-nos, avassala-nos e, não raras vezes, anestesia-nos a alma. Por isso, a nossa primeira reaç...
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Na Semana Santa que por estes dias vivemos, fomos convidados a percorrer simbolicamente o caminho de Jesus Cristo até ao Calvário, impulsio...
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Não tenho grande pachorra para "socialites" ou intriguinhas “cor de rosa”. Nunca dei muita atenção às fofocas sobre o casamento d...
Adorei este blog.
ReplyDeleteObrigado pelo pedaço do eterno Brel. Provavelmente fui injusto com os poetas, caro I Rodrigues.
ReplyDeleteA inveja é um sentimento muito feio. Vou usar, por isso, uma frase eufemística: «Como gostaria de poder ter tempo para vir a ter um amor assim!»
ReplyDeleteNeste tempo ou noutro mais antigo, ainda há quem o consiga alcançar assim. Porque ele não se anuncia, vive-se.
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