Tribunal de Contas (Os seus pareceres ou chamadas de atenção jamais colhem consequências – grassa a impunidade na gestão das contas publicas)
O ruído da espuma dos dias nos noticiários cansa-nos, avassala-nos e, não raras vezes, anestesia-nos a alma. Por isso, a nossa primeira reaç...
Faço desta sua inutilidade uma inutilidade minha :))
ReplyDeletePresumi que não se importasse com esta minha intromissão... :-)
ReplyDeleteAliás a instituição foi fundada (com boas intenções) pelo meu quarto avô materno, ministro da fazenda (finanças) de Costa Cabral – D. Maria II.
Certeiro.
ReplyDeleteObrigado pela sua visita, Cristina!
ReplyDeleteEm cheio!!
ReplyDeleteO TC devia criar a sua própria ASAE e po-la em acção..
ReplyDeleteEvolução Histórica
ReplyDeleteA existência do Tribunal de Contas, com esta designação e natureza, provém do século XIX na tradição francesa da “Cour des comptes”, criada em 1807 por Napoleão Bonaparte. A sua origem encontra-se nos Contos de Lisboa e nos Contos d’El Rei e no Erário Régio (criado pelo Marquês de Pombal), que viria a ser extinto por Mouzinho da Silveira, Aliás, por proposta da comissão encarregada de liquidar as contas do Erário chegou a ser prevista logo em 1837 a criação do Tribunal de Contas, que, no entanto, apenas viria a ser constituído pelo Decreto 10 de Novembro de 1849[3] , sob proposta do futuro Duque de Ávila e Bolama.
Em 1911, o Tribunal foi extinto e substituído pelo Conselho Superior da Administração Financeira do Estado e, em 1919, pelo Conselho Superior de Finanças, com funções de fiscalização da actividade financeira pública, tendo sido recriado em 1930.
V. Exª é Marquês ?
Palavra que estou perplexo !
Não será Marques .... talvez ?
Com acento circunflexo ?
Sobre o 4º avô (materno) do Sr. D. João Lancastre e Távora que (muito bem) escreve neste blog:
ReplyDeleteJosé Joaquim Gomes de Castro, 1794-1878 - Visconde (desde 23 de Dezembro de 1848) e 1º Conde de Castro (desde 1862). Negociante. Maçon.
Perseguido pelo miguelismo. Desembarca com D. Pedro. Vogal do Tribunal Superior Administrativo. Deputado em 1834-36; 1838-1840; 1840-42; 1842-44. Par do reino desde 26 de Dezembro de 1844.
Ministro dos negócios estrangeiros em 1842-46 e 1848-1849, enquanto cabralista. Acusado de alta-traição em Novembro de 1836, na sequência da belenzada. Par do reino de 1844.
Ministro dos negócios estrangeiros no governo cartista de Terceira, desde 14 de Setembro de 1842, até 20 de Maio de 1846 e de 29 de Março de 1848 a 18 de Junho de 1849. Assume-se como um dos líderes do partido cabralista logo após 1851.
Ministro dos negócios estrangeiros e das obras públicas, comércio e indústria de 4 de Setembro de 1865 a 9 de Maio de 1866, no governo da fusão, enquanto regenerador.
Quanto a marqueses e títulos nobiliárquicos, o Sr. D. João Távora é filho do 10º Marquês de Abrantes.