Partido para que te quero?!
Parte IV
Os Partidos tomam tantas vezes rumos incompreensíveis. É por isso que a indiferença de que padecem tem a sua raiz nalguma parte importante: na sua falta de correcção de procedimentos, de amplitude de visão ou da qualidade de vida que no seu seio é promovida. Esta indiferença, porém, afecta-nos a todos. Todos, isto é eleitores, contribuintes e população em geral. Somos nós na verdade quem sofre as consequências daquela indiferença, seja pela degradação das instituições democráticas – imprescindíveis para o fortalecimento da sociedade - seja pela ausência de identificação com os protagonistas políticos e com os seus programas de actuação. Ninguém se iluda: o alheamento diante do que está para além do jardim de cada um afecta-nos a todos.
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Épá, o tipo está a precisar de umas noções sobre colocação de vírgulas...
ReplyDeleteOlha, mudaram algumas vírgulas! Terá sido o Anacoreta himself ou algum revisor?
ReplyDeleteAfecta-nos a todos e que podemos fazer na prática?
ReplyDeletePretendermos mudar os partidos que existem? Não me parece que se possa alimentar qualquer ilusão a esse respeito. Participar no lançamento de partidos novos? Só se não estivermos bons da cabeça e não soubermos onde gastar o dinheiro.
A única coisa que podemos fazer, acho eu, é alinhar em movimentos ocasionais por uma causa qualquer, além de escrevermos palavrões nos boletins de voto, votarmos em branco ou irmos passear nos dias das eleições.
É isto a "democracia" a que chegámos.
O problema é de simples solução. É uma espécie de ovo de Colombo. Implanta-se a monarquia em Portugal e está o caso resolvido.
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