Thursday, May 8, 2008

Filipe Anacoreta Correia


Partido para que te quero?!

Parte IV

(Continuação deste, deste e deste texto)

Os Partidos tomam tantas vezes rumos incompreensíveis. É por isso que a indiferença de que padecem tem a sua raiz nalguma parte importante: na sua falta de correcção de procedimentos, de amplitude de visão ou da qualidade de vida que no seu seio é promovida. Esta indiferença, porém, afecta-nos a todos. Todos, isto é eleitores, contribuintes e população em geral. Somos nós na verdade quem sofre as consequências daquela indiferença, seja pela degradação das instituições democráticas – imprescindíveis para o fortalecimento da sociedade - seja pela ausência de identificação com os protagonistas políticos e com os seus programas de actuação. Ninguém se iluda: o alheamento diante do que está para além do jardim de cada um afecta-nos a todos.


Continua aqui:

4 comments:

  1. Acento CircunflexoMay 8, 2008 at 4:34 AM

    Épá, o tipo está a precisar de umas noções sobre colocação de vírgulas...

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  2. Olha, mudaram algumas vírgulas! Terá sido o Anacoreta himself ou algum revisor?

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  3. Anónimo mas OptimistaMay 8, 2008 at 5:27 AM

    Afecta-nos a todos e que podemos fazer na prática?

    Pretendermos mudar os partidos que existem? Não me parece que se possa alimentar qualquer ilusão a esse respeito. Participar no lançamento de partidos novos? Só se não estivermos bons da cabeça e não soubermos onde gastar o dinheiro.

    A única coisa que podemos fazer, acho eu, é alinhar em movimentos ocasionais por uma causa qualquer, além de escrevermos palavrões nos boletins de voto, votarmos em branco ou irmos passear nos dias das eleições.

    É isto a "democracia" a que chegámos.

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  4. O problema é de simples solução. É uma espécie de ovo de Colombo. Implanta-se a monarquia em Portugal e está o caso resolvido.

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