Cada morto na estrada custa ao estado um milhão de euros ao erário público, noticia o Diário de Notícias de ontem. E se o finado for um quadro da função pública quanto é que o estado poupa?
* Ou à João Villalobos...
* Ou à João Villalobos...
O ruído da espuma dos dias nos noticiários cansa-nos, avassala-nos e, não raras vezes, anestesia-nos a alma. Por isso, a nossa primeira reaç...
Os quadros da função pública não morrem na estrada, morrem a trabalhar.
ReplyDeleteAH AH AH, este rapaz, agora teve piada (normalmente não tem)
ReplyDeleteE se for um administrador de empresa pública?
ReplyDeleteAtendendo ao post anterior do sr. Távora, quer-me parecer que a opinião dele será que o estado poupava a valer se morresse o Presidente da República.
ReplyDeleteMuito modestamente acho que qualquer semelhança entre o Villalobos e os muchachos do 31 da Armada será confundir a beira da estrada com a Estrada da Beira...
ReplyDeleteAlem de que V.Exa. bem poderia assumir que: Perdoai-os Senhor, pois não sabem o que fazem (Aplicavel a todos os envolvidos)...
Épá, os velhinhos é que era bom, dê-se-lhes muitos passeios nas auto-estradas, ehehehe
ReplyDeleteA julgar pela oferta de trabalho nacional, só morrem trabalhadores indiferenciados e gajos das novas tecnologias.
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