
A quem possa interessar, eis aqui o programa do Centenário do Regicídio. De resto, esta e muito mais informação pode ser consultada em www.regicidio.org. Uma nação sem memória é uma nação condenada.
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31 Janeiro 2008 - 21:30 - no Auditório Cardeal Medeiros, Biblioteca João Paulo II - Universidade Católica Portuguesa-Lisboa, Conferência "Dom Carlos I, Um Rei Constitucional", Orador principal - Rui Ramos.
31 Janeiro 2008 - Após a conferência no mesmo local - Concerto pelo Grupo de Música de Camara da Banda do Exército.
1 Fevereiro 2008 - 17:00 horas - Concentração no Terreiro do Paço, junto à placa evocativa do Regicídio.
31 Janeiro 2008 - Após a conferência no mesmo local - Concerto pelo Grupo de Música de Camara da Banda do Exército.
1 Fevereiro 2008 - 17:00 horas - Concentração no Terreiro do Paço, junto à placa evocativa do Regicídio.
1 Fevereiro 2008 - 19:00: Basílica de São Vicente de Fora, em Lisboa, Requiem Soleníssimo "In Memoriam" do Centenário do Regicídio presididas por Sua Eminência O Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa. Deposição de coroas de flores e homenagem solene aos túmulos de Sua Majestade O Rei Dom Carlos I e de Sua Alteza Real O Príncipe Herdeiro, Dom Luís Filipe.
D. Carlos não é I, porque é o único. A propósito: numa das suas caricaturas demolidoras pró-República, Rafael Bordalo Pinheiro chamou-lhe «D. Carlos I... e último»! Enganou-se, mas teve graça.
ReplyDeleteEste morte mostra bem o que valem os jacobinos.
ReplyDeleteD. Carlos, de facto, não deve ser D. Carlos I, como bem sublinha o JC. Tal como D. Dinis, D. Sebastião ou D. José. Mas, pelo menos na tradição lisboeta, foi assim que perdurou. Há tempos, pedi a um taxista que me levasse à Avenida D. Carlos. Ele ficou perplexo: "Não conheço." Lá tive de lhe dizer: D. Carlos I. "Ah, sei muito bem onde fica", disse-me ele.
ReplyDeleteEstes laivos monárquicos causam-me náuseas. Mas, por outro lado, cada vez que aparecem perdem adeptos para a sua causa... É deixá-los andar!
ReplyDeleteCom a morte de D.Carlos perdeu-se mais uma das várias oporunidades que este país tem tido para progredir sem sobressaltos,pois o programa de João Franco, que agora finalmente parece estar a ser reavaliado,tinha muito do necessário para o avanço da nação. E certamente os maleficios da 1ª república e do salazarismo não teriam existido. E o sr.Morgado já reparou que muitos dos países mais civilizados da Europa são Monarquias?
ReplyDeleteO que deveria causar náuseas às pessoas de bem eram assassinatos como os que vitimaram el rei D. Carlos.
ReplyDeleteEnfim, mas nem toda a gente é gente de bem.