de Neil Young, um dos maiores trovadores do nosso tempo.
É uma pequena provocação ao nosso João Villalobos neste seu dia especial.
Até logo!
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O espelho de Alcácer
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Grande canção! E há poucos títulos tão verdadeiros como este. ;)
ReplyDeleteNeil Young forever!
ReplyDeleteBoa lembrança, João. Sempre gostei.
Mau, mau, então querem ver que a nossa colega D. Cristina tem vocação para maid...
ReplyDeleteÓ D. cristina, veja lá isso!
Não, Sr. Anónimo das 4.04.
ReplyDeleteReferi-me claramente ao cantor,à voz,à melodia; no caso a letra não é o mais relevante :)
Ah, bom, tirou-me um peso de cima, atendendo à consideração que por si tenho.
ReplyDeletePodem estar em vias de extinção, mas a verdade mantém-se actual. Um homem sempre precisou de uma criada e não me consta que isso tenha mudado. Nem vejo razão para que tivesse...
ReplyDeleteBom gosto musical, João.
ReplyDeleteBjs
É uma das canções da minha vida. Neil Young é um dos mais importantes escritores de canções de sempre. E o «Harvest» é um álbum fundamental (há lá mais duas - Old Man e The Needle and the Damage Done - que me deixam sempre a pensar por que razão se fala tanto de Dylan e tão pouco de Young). Provocação ou não, trata-se de uma excelente escolha.
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