Não bastam à Fernanda Câncio os generosos espaços de opinião no Diário de Noticias e seus suplementos, para a senhora destilar a sua ressentida malignidade para com a Igreja e outros seus patológicos fantasmas? Como se pode entender, a não ser como gratuita (?) provocação do editor, que uma vez mais lhe seja atribuída uma reportagem a respeito da Igreja e o serviço espiritual aos doentes nos hospitais do Estado? E desculpem-me o desabafo, mas às vezes até o mais empedernido conservador altera os seus hábitos e muda de jornal.
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O espelho de Alcácer
O ruído da espuma dos dias nos noticiários cansa-nos, avassala-nos e, não raras vezes, anestesia-nos a alma. Por isso, a nossa primeira reaç...
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Na Semana Santa que por estes dias vivemos, fomos convidados a percorrer simbolicamente o caminho de Jesus Cristo até ao Calvário, impulsio...
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Não tenho grande pachorra para "socialites" ou intriguinhas “cor de rosa”. Nunca dei muita atenção às fofocas sobre o casamento d...
Meu caro,
ReplyDeleteA forma mais eficaz de resolver esse assunto é deixar de comprar e ler o dito jornal.
Aliás, não compreendo como é que ainda existem jornais... Pode ser que algum dos jornalistas deste blogue mo explique.
Desejo-lhe uma boa comemoração do dia da nacionalidade.
Virgílio
Estou total e completamente em desacordo com o João Távora em relação a este particular assunto das capelanias hospitalares.
ReplyDeleteOlha, João, entre as coisas mais abomináveis que se fizeram em Portugal, uma foi o desbragamento abortivo, a outra está a ser este assédio administrativo à Igreja e aos cristão de este País.
ReplyDeleteNunca reparei em milhões de manifestantes exigindo o fim da prestação de cuidados espirituais pelos ministros da nossa Igreja Católica.
Nunca vi milhões de mulheres exigirem nas ruas e praças um facilitismo abortista à la gardere.
O que vejo e verei é milhares de pessoas descontentes com o garrote social implementado, porque sim, porque será por aí, e que determina mais desemprego, maior perda de direitos, mais pressão sobre o indivíduo no sentido de nos converter num novo País.
Não sei se melhor.
O bacharel é que não foi na conversa e já anunciou que vai mudar a lei.
ReplyDeleteCara Sofia: Discorda de mim em quê?! Mesmo assim, está no seu direito.
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