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O espelho de Alcácer
O ruído da espuma dos dias nos noticiários cansa-nos, avassala-nos e, não raras vezes, anestesia-nos a alma. Por isso, a nossa primeira reaç...
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Não tenho grande pachorra para "socialites" ou intriguinhas “cor de rosa”. Nunca dei muita atenção às fofocas sobre o casamento d...
Obrigada, João. De facto, é um prazer estar num blogue como este, que mesmo em Agosto e enquanto outros estão de férias continua a ser um fórum de ideias e de debate.
ReplyDelete"fracturante"??!!
ReplyDeleteApesar da ingenuidade de alguns comentários, a verdade é que há sempre alguém que percebe umas coisas do assunto e coloca o problema numa perspectiva diferente.
ReplyDeleteA história dos 14% de aumento pretendido pelos sindicatos há longo tempo atrás não pode, logicamente, ser debatida nos termos da realidade actual.
Daí a quantidadede comentários. É sinal que há gente que ainda consegue pensar.O que é bom.
Já é pena que exista quem não tenha aprendido a ler - embora pense muito bem e não se deixe cegar por convicções ideológicas em vez de se fixar nos números e na história. Claro que com a inflação actual, 14% de aumento podem fazem pouco sentido. À época será que faziam? Já agora, alguns professores de Economia (gente que imagino percebe alguma coisa do assunto)citam alguns estudos curiosos, ligando a época em apreço (quando os brutos dos trabalhadores ainda não tinham sido substituídos pelos actuais colaboradores competitivos) à actual: Vem nos ladrões de bicicletas que: «(1) o salário mínimo em Portugal perdeu 8,2% do seu poder de compra entre 1975 e 2005 (cálculos de Eugénio Rosa), sendo em 2006 inferior a 50% do salário médio (60% em 1990); (2) de acordo com Fernando Marques (num excelente artigo sobre esta questão publicado no número de Abril do Mdiplo), um quarto dos trabalhadores vive com um salário muito próximo do salário mínimo»
ReplyDeleteE já agora, pq no outro debate (PREC: 14%) me interpelavam acerca do investimento público, gostava que os preclaros economistas que por aqui pululam me explicassem o papel dos bancos centrais no caso desta pequena mini-crise bolsista. Afinal, mal a coisa começou a cair trataram logo de injectar liquidez nos mercados financeiros (ia a dizer especuladores), já quando a coisa mete produção mantêm toda a sua autonomia.
ReplyDeleteCaro Virgílio, Tentarei ler o que me recomenda, mas as bicicletas não são de uns quaisquer. Se não todos, boa parte são investigadores e professores universitários de Economia.
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