Definitivamente o nosso olhar só se completa com os olhos dos outros. Para não cegar. Procurar a verdade equacionando as distintas perspectivas é um acto do mais elementar bom senso. A cada momento. Mesmo quando a ideia nos parece um ignóbil insulto às nossas ancestrais certezas. Pretensiosos fetiches aos quais nos agarramos em desespero. Para depois, com uma arrogância sem limites, despacharmos a incómoda perspectiva alheia. Tornada verdadeira ameaça. Com a qual tememos conviver, sem a crer sempre despachar, eliminar, por causa do medo de “não ser”... ou de morrer.
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O espelho de Alcácer
O ruído da espuma dos dias nos noticiários cansa-nos, avassala-nos e, não raras vezes, anestesia-nos a alma. Por isso, a nossa primeira reaç...
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Na Semana Santa que por estes dias vivemos, fomos convidados a percorrer simbolicamente o caminho de Jesus Cristo até ao Calvário, impulsio...
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Não tenho grande pachorra para "socialites" ou intriguinhas “cor de rosa”. Nunca dei muita atenção às fofocas sobre o casamento d...
Aproveite a onda, sr. Lobos, e ofereça as obras completas do Dalai-Lama ao sr. Távora.
ReplyDeleteÉ que eu digo. O Dr. Jorge Coelho devia mandar um paquete lá do Largo do Rato ao autor do post com uma ficha de inscrição, sendo ele, Coelho, o proponente da adesão.
ReplyDeleteCarissimo,
ReplyDeleteJa vi quem se suicida-sse por só ver atravéz do SEU unico prisma e sobre-avaliar os problemas... Custou-me muito!
Abraço,
Épá, eu atravéz do meu prisma nunca com-ssegui ver nada disso.
ReplyDeleteSafa!! O s.Távora (que por acaso até é boa pessoa) veio do fim de semana com uma nostalgia filosofeira do caraças.
ReplyDeleteQual era aquele que nunca tinha dúvidas e raramente se enganava?
ReplyDeleteIsto hoje já anda mas é a pedir uma garota em trajes reduzidos...
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