(...) Acenam os traidores iberistas com o dinheiro, o "bem-estar" e outras tentadoras ofertas de riqueza sem esforço, pensando tolamente que os espanhóis pagariam o atraso, a desorganização e o chupismo proverbial das nossas elites desmioladas. A dar-se a união, essa seria duplamente penalizadora. Os vestígios da soberania passariam de Lisboa para Madrid, a elite portuguesa reduzir-se-ia a elite regional, sem capacidade para agir em conglomerado na defesa das suas parentelas, clientelas e conhecido tráfico de influências. Por outro lado, o Estado central tudo faria para reconstruir a memória colectiva, fragmentando-a em localismos exóticos em constante luta. (...)Ler tudo: Miguel Castelo Branco - Combustões
Grande post,como o Miguel já nos habituou!
ReplyDeleteMuito oportuno! Excelente texto!
ReplyDeleteEsses "iberistas" são como aqueles que respondem sempre "eu sou do que ganhar" ou como os putos que são do clube de futebol que está mais na berra.
Cambada de idiotas que se vendem por cinco tostões!