Ontem lá me liguei com o Rádio Clube Português, (através da Internet que as frequências modeladas desta estação não chegam ao Estoril) mesmo a horas para ouvir o nosso João Villalobos a comentar com o Alexandre Honrado uma série de noticias e assuntos na ordem do dia. E o melhor do programa foi mesmo ouvir o meu homónimo serenamente a falar do que sabe, nunca cedendo ao cinzentismo do politicamente correcto, da cultura de magazine imperante. Desempoeiradamente falou de Budismo sem ter de desancar o Papa, como tão insistentemente pretendia o apresentador. Falou da sua profissão, consultadoria de imagem, com pragmatismo e objectividade surpreendentes. Sem prescindir do sentido de humor. Anunciou-nos que se prepara para, uma vez mais, contrariar a generalizada infertilidade nacional, desta vez com um livro de poesia: “As mulheres bonitas não viajam de autocarro”. Prevê-se o parto lá para Setembro.
Concluindo, não foi um João Villalobos narciso, das criadas em lingerie, das Vampiras Lésbicas ou de outros irreverentes fetiches. Gosto de quando o João Villalobos prescinde um pouco das suas máscaras. E de facto nunca me incomodaram verdadeiramente os nossos diferentes alinhamentos filosóficos e opções existenciais. Antes do mais partilhamos a admiração por duas decisivas bênçãos divinas: a inteligência e... essa fatal e sempre perturbadora atracção, a beleza feminina.
Concluindo, não foi um João Villalobos narciso, das criadas em lingerie, das Vampiras Lésbicas ou de outros irreverentes fetiches. Gosto de quando o João Villalobos prescinde um pouco das suas máscaras. E de facto nunca me incomodaram verdadeiramente os nossos diferentes alinhamentos filosóficos e opções existenciais. Antes do mais partilhamos a admiração por duas decisivas bênçãos divinas: a inteligência e... essa fatal e sempre perturbadora atracção, a beleza feminina.
Tão amigos que esles são...
ReplyDeleteObrigado João. Não é fácil estar ali tanto tempo completamente «no arame», sem saber do que se vai falar a seguir e evitando banalidades. Abraço
ReplyDeleteAs mulheres bonitas, assim como todas as outras e os homens, bonitos ou feios, vão passar de futuro a andar de bicicleta. Toda a gente sabe.
ReplyDeleteFaça favor, Cristina.
ReplyDeleteParece-me uma estranha semelhança com aquela: "As mulheres boas vão para o céu, as más vão a todo o lado", diria mesmo plágio.
ReplyDeleteAh é?! Agora de castigo aqui fica o poema:
ReplyDelete«As mulheres bonitas não viajam de autocarro.
Ardem no segredo dos cabeleireiros,
pairam, dissolutas,
nos ramos mais altos da manhã.
Inclino-me, espreito o teu umbigo desguardado
e encontro um caroço de maçã».
Um caroço de maçã no umbigo? Será um caixote do lixo, onde além de caroços haverá também formigas?
ReplyDeletePois aqui estou a curvar-me perante V.Exa, foi uma grande tirada de V.Exa,sim senhor!Afinal,V.Exa, quando quer, até diz umas mer...
ReplyDeleteUi! Na minha idade, dizer ordinariçes, é sinal de agrado,fique V.Exa a saber.
E quando sair do prelo, o seu livro,lá estarei na fila, para o saudar vivamente,como convém.
De Exa.
De
E muito menos nos comboios da linha de Cascais...
ReplyDeleteRealmente, jogar caroços de maçãs no umbigo de uma dama é coisa de tuga.
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