Isto agora não interessa nada, mas aqui entre nós, a vertigem dos apaniguados do regime tornou-se delirante. Foi o que se viu com os despudorados festejos do Partido, que apesar dos dois terços de abstenção em Lisboa festejou a vitória do Dr. Costa com uma manifestação encenada por uns quaisquer figurantes recrutados noutras paragens. Sem verdade, sem vergonha. A credibilidade é nula, e o desprezo do país pelas instituições medra, medra... como o egoísmo e a irresponsabilidade. O exemplo vem de cima.
Por mim, também não festejo este lento e progressivo desmantelamento dos mitos da República, que de caminho vulgariza valores fundamentais como os da Liberdade e da Democracia. O meu ardente desejo é que a politica se centre em ideais e nos valores da ética e do serviço à Pátria. Esta é a única maneira de relançar da auto-estima nacional, e calar os Saramagos, mercenários e outros “devoristas” da nossa praça. A prazo essa é a única fórmula eficaz de preservação da nossa estimada liberdade. Portugal anseia por Heróis, para que a história nunca acabe. E os partidos na oposição têm por certo mais uma oportunidade.
Por mim, também não festejo este lento e progressivo desmantelamento dos mitos da República, que de caminho vulgariza valores fundamentais como os da Liberdade e da Democracia. O meu ardente desejo é que a politica se centre em ideais e nos valores da ética e do serviço à Pátria. Esta é a única maneira de relançar da auto-estima nacional, e calar os Saramagos, mercenários e outros “devoristas” da nossa praça. A prazo essa é a única fórmula eficaz de preservação da nossa estimada liberdade. Portugal anseia por Heróis, para que a história nunca acabe. E os partidos na oposição têm por certo mais uma oportunidade.
Heróis não me fazem falta, bastava-me gente honesta e com princípios.
ReplyDeleteEsses ideais e valores têm sido de tal forma espezinhados,repetidamente,que se torna cada vez mais difícil acreditar;valha-nos a fé que teimamos em manter no valor enorme que é essa Liberdade,tão maltratada,porque a tomam por libertinagem,o que se reflecte,irremediavelmente,no nosso quotidiano,tornando cada vez mais difícil a convivência.
ReplyDeleteUrge,pois,que a oposição tome consciência do que se espera dela,e,actue,finalmente,em conformidadfe,
Concordo que o que faz falta sao Heróis!
ReplyDeleteGente honesta e com princípios sao eles todos....
Abaixo os heróis!
ReplyDeleteFaçam favor de ler Herculano. Alguém se lembra dele? É ele mesmo que diz que não gosta de heróis na vida real. Apenas os aprecia na ficção, ou não fosse ele um romântico.
"Nos romances, os heróis e as heroínas agradam-me quando os seus caracteres se definirem pelo terrível e pelo profundo. São pesadelos escritos, em vez de pesadelos sonhados. O pesadelo dá, às vezes, o que eu chamo de prazer do horror, o que me atrai."
Não precisamos de seres extraordinários, ou melhor, que se julgam extraordinários.
Queremos seres humanos.
Mal está o país que precisa de heróis, escrevia Bertold Brecht na peça Galileu, Galilei, lembram-se?
ReplyDeleteTambém dispenso heróis, sobretudo estes actuais políticos de pacotilha que nos chamam idiotas diariamente, enquanto nos prometem salvar o país. É só deles que o país precisa de ser salvo. Estamos a regredir em marcha acelerada, e até já voltaram as encenações eleitorais grosseiras e insultuosamente descaradas. Democracia, isto??
ReplyDeleteO que eu quero, o que queremos todos, é que deixem de gozar connosco. E a oposição, onde está? Que pobreza!
AV
herói
ReplyDeletedo Lat. herva < Gr. héros, herói
s. m.,
homem extraordinário pelas suas qualidades guerreiras, triunfos, valor ou magnanimidade;
Mal está o país que desmerece os seus heróis, escrevo eu no Corta-fitas...
Caro(a) Harpic!
ReplyDeleteDefinições de dicionário não servem para explicar o que quer que seja. Há que contextualizar as palavras para que elas ganhem sentido. Quantas vezes vai ao dicionário buscar um significado e encontra vários. Como é que faz a escolha? Tem que pensar no contexto, não é verdade?
Agora, faça um exercício. Pegue na definição para herói que encontrou e insira-o no contexto que é a sociedade em que vive. Resulta num absurdo, não é?
Se contextualizar a palavra numa tragédia clássica ou num drama romântico (hoje, qualquer destes textos apenas serve para deleite intelectual ou como metáfora de qualquer coisa), então sim, encontrará a resposta para o seu apreço por heróis.
40 razões para gostar de Portugal?
ReplyDeletePelo menos não tem os chatos dos heróis!
Herói a sério é o Homem Aranha, caramba.