Evangelho segundo S. João 13,31-33.34-35.
Quando Judas saiu do cenáculo, disse Jesus aos seus discípulos: «Agora foi glorificado o Filho do homeme Deus glorificado n’Ele. Se Deus foi glorificado n’Ele, Deus também O glorificará em Si mesmo e glorificá-l’O-á sem demora.
Meus filhos, é por pouco tempo que ainda estou convosco. Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros.
Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros».
Da Bíblia Sagrada
Quando Judas saiu do cenáculo, disse Jesus aos seus discípulos: «Agora foi glorificado o Filho do homeme Deus glorificado n’Ele. Se Deus foi glorificado n’Ele, Deus também O glorificará em Si mesmo e glorificá-l’O-á sem demora.
Meus filhos, é por pouco tempo que ainda estou convosco. Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros.
Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros».
Da Bíblia Sagrada
Já alguém leu o "Fim da Fé" de Sam Harris? Comprei-o há umas semanas. Só deu para ler meia dúzia de páginas. Mas promete.
ReplyDeleteMas porque raio de carga de água eu tenho de amar uma pessoa que eu considero imbecil, arrogante, prepotente, estúpida?
ReplyDeleteLi o Breaking The Spell do Daniel Dennett... muito interessante, talvez mais construtivo embora não conheça bem o "Fim da fé"
ReplyDeletePromete o quê?
ReplyDeleteOlhe, promete ser uma boa leitura.
ReplyDeleteMas eu depois conto-lhe, OK?
O governo de Sócrates dá-nos mandamentos todos os dias.
ReplyDeleteAlém de ter a mania que é o Tony, agora tem a mania que é Deus.
O ultimo paragrafo desta Epistola fica mesmo a matar ao Sr. Goncalves...
ReplyDeleteO amor hoje é um conceito esvaziado: está demasiado associado ao prazer para representar a mais elevada forma de olhar cada ser humano com que nos cruzemos, nele reconhecendo a dignidade de criatura e de filho amado de Deus assim como sede de uma Promessa de eterna comunhão na glória n'Ele.
ReplyDeleteO amor é hoje uma subtileza rara e um conceito conspurcado: implica a arte de ser pequeno, autêntico e simples, mas funciona segundo uma lógica de paladar, tacto, consumo, desaparecendo nele a dimensão de generosa festa serena feita de encontro e densa integridade.
Remontar à pureza dos conceitos faz-me sonhar com banhos de Latim, Grego e Aramaico, para que as distinções se façam e se descubra a frescura de palavras como estas citadas, tão cruciais, e no entando aparentemente banalizáveis com as cunhagens modernas superficiais.
Abominar a tirania, a violência, a oprimência seja em que contexto for já será um bom começo para o que nos devemos uns aos outros.