Sunday, May 6, 2007

Domingo

Evangelho segundo S. João 13,31-33.34-35.

Quando Judas saiu do cenáculo, disse Jesus aos seus discípulos: «Agora foi glorificado o Filho do homeme Deus glorificado n’Ele. Se Deus foi glorificado n’Ele, Deus também O glorificará em Si mesmo e glorificá-l’O-á sem demora.
Meus filhos, é por pouco tempo que ainda estou convosco. Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros.
Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros».

Da Bíblia Sagrada

8 comments:

  1. Já alguém leu o "Fim da Fé" de Sam Harris? Comprei-o há umas semanas. Só deu para ler meia dúzia de páginas. Mas promete.

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  2. Mas porque raio de carga de água eu tenho de amar uma pessoa que eu considero imbecil, arrogante, prepotente, estúpida?

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  3. Li o Breaking The Spell do Daniel Dennett... muito interessante, talvez mais construtivo embora não conheça bem o "Fim da fé"

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  4. Promete o quê?

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  5. Olhe, promete ser uma boa leitura.
    Mas eu depois conto-lhe, OK?

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  6. O governo de Sócrates dá-nos mandamentos todos os dias.
    Além de ter a mania que é o Tony, agora tem a mania que é Deus.

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  7. O ultimo paragrafo desta Epistola fica mesmo a matar ao Sr. Goncalves...

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  8. O amor hoje é um conceito esvaziado: está demasiado associado ao prazer para representar a mais elevada forma de olhar cada ser humano com que nos cruzemos, nele reconhecendo a dignidade de criatura e de filho amado de Deus assim como sede de uma Promessa de eterna comunhão na glória n'Ele.

    O amor é hoje uma subtileza rara e um conceito conspurcado: implica a arte de ser pequeno, autêntico e simples, mas funciona segundo uma lógica de paladar, tacto, consumo, desaparecendo nele a dimensão de generosa festa serena feita de encontro e densa integridade.

    Remontar à pureza dos conceitos faz-me sonhar com banhos de Latim, Grego e Aramaico, para que as distinções se façam e se descubra a frescura de palavras como estas citadas, tão cruciais, e no entando aparentemente banalizáveis com as cunhagens modernas superficiais.

    Abominar a tirania, a violência, a oprimência seja em que contexto for já será um bom começo para o que nos devemos uns aos outros.

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