A propósito da leitura do livro dos Actos dos Apóstolos em baixo: o cristão convertido é existencialmente insatisfeito, tem sede de uma verdade maior. Não é feliz por ter, antes por ser. É feliz numa paz interior, de quem é profundamente livre da alienação, porque sabe ao que vem, e a quem serve. Porque aprende a amar. Porque aprende a confiar, porque aprende a entregar-se.
O cristão convertido assume o compromisso de viver em Cristo. Na prossecução da felicidade, no cumprimento desse amor, e porque não é egoísta, procura espalhar a preciosa Palavra redentora. Com humildade aos acomodados e distraídos. Com valentia, não temendo os poderosos do mundo, apregoa a Boa Nova bem alto aos novos fariseus "os de maior categoria". Despreza a sua mundana glória fácil, sendo piedoso e complacente com as modernas “Senhoras devotas”. Porque o cristão convertido acredita no livre arbítrio de toda a criatura de Deus. Acredita que enquanto existir desejo de verdade, enquanto houver um excluído do opulento banquete dos homens, aí encontrará terra fértil para a palavra de Deus. Aí se encontrará Cristo vivo, a felicidade verdadeira e a esperança na ressurreição. Mesmo que ainda tenha de voltar à clandestinidade das catacumbas, e ser humilhado no circo da soberba e da arrogância.
Eu, católico confesso, tenho esperança numa profunda conversão.
O cristão convertido assume o compromisso de viver em Cristo. Na prossecução da felicidade, no cumprimento desse amor, e porque não é egoísta, procura espalhar a preciosa Palavra redentora. Com humildade aos acomodados e distraídos. Com valentia, não temendo os poderosos do mundo, apregoa a Boa Nova bem alto aos novos fariseus "os de maior categoria". Despreza a sua mundana glória fácil, sendo piedoso e complacente com as modernas “Senhoras devotas”. Porque o cristão convertido acredita no livre arbítrio de toda a criatura de Deus. Acredita que enquanto existir desejo de verdade, enquanto houver um excluído do opulento banquete dos homens, aí encontrará terra fértil para a palavra de Deus. Aí se encontrará Cristo vivo, a felicidade verdadeira e a esperança na ressurreição. Mesmo que ainda tenha de voltar à clandestinidade das catacumbas, e ser humilhado no circo da soberba e da arrogância.
Eu, católico confesso, tenho esperança numa profunda conversão.
Obrigada por nos dar um texto tão bonito.
ReplyDeleteÁmen.
ReplyDeleteJoão, devo dizer que fiquei muito feliz com este teu post porque é tudo aquilo que deve ser dito e vivido hoje em qualquer contexto de vida, em qualquer migalha de encontro pessoa a pessoa.
ReplyDeleteEu creio firmemente em tudo o que elencaste. Creio e vivo dilecerado com as barreiras de orgulho que o tempo presente coloca ao esplendor manso de Cristo.
Far-me-ia palhaço, malabarista, prestidigitador, qualquer coisa execessivo e excêntrico, se isso representasse milhões de acordares de outra coisa para A Pessoa Viva de Cristo!
Mas conversão é processo. É fascínio indelével, é inconformismo permanente até à conformidade gloriosa que há-de vir. É encontro, reencontro e transencontro em que se está silenciosamente entregue à vontade do PAI.
Obrigado Cristina e Joshua pelas simpáticas palavras.
ReplyDeleteCaro João Távora, escapou-me o significado da adjectivação "convertido" aplicada ao substantivo CRISTÃO.
ReplyDeleteEu sou avessa a missionações, confesso, e nunca hei-de entender que haja pessoas achando que devem interferir mais do que DEUS nas convicções dos outros. Porque estamos todos cá, e se somos criaturas de Deus, então estamos exactamente como Ele nos quer e onde Ele nos quer. Não?
Tudo isto para dizer gosto de ler os seus textos expressamente cristãos, mas este deixou-me muitíssimo confusa.
Maria