D. Fernanda (f.), a tão proclamada jornalista das (suas) causas, oferece-nos hoje no Diário de Notícias (DN) a manchete do dia. A senhora, provavelmente da janela do seu gabinete, vislumbrou um cartaz do PNR ali ao Marquês de Pombal, berrando uma inconsequente imbecilidade contra os emigrantes... e toca de lhe dar um bombástico relevo. Parece-me estranha esta súbita e incontida generosidade da jornalista, que assim dá voz e acalenta esta minoritária e desfavorecida causa "nacionalista".
O que é um facto, é que com apenas € 1750,00 e um cartaz, com a ajuda de f., o Sr. Pinto Coelho (por certo sem assessoria de imprensa, que se a tivesse rapava aquela hedionda barbicha) conseguiu multiplicar incomensuravelmente os resultados do seu investimento publicitário.
De resto, a magnifica fotografia do Rodrigo Cabrita na capa do DN, exprime subtilmente a insignificância do facto: o trânsito que escoa rápido pela rotunda, furtivo e indiferente àquela propaganda, como de resto estão os portugueses. Tão bem habituados a conviver com os partidos totalitaristas da esquerda.
O que é um facto, é que com apenas € 1750,00 e um cartaz, com a ajuda de f., o Sr. Pinto Coelho (por certo sem assessoria de imprensa, que se a tivesse rapava aquela hedionda barbicha) conseguiu multiplicar incomensuravelmente os resultados do seu investimento publicitário.
De resto, a magnifica fotografia do Rodrigo Cabrita na capa do DN, exprime subtilmente a insignificância do facto: o trânsito que escoa rápido pela rotunda, furtivo e indiferente àquela propaganda, como de resto estão os portugueses. Tão bem habituados a conviver com os partidos totalitaristas da esquerda.
Caro JT,
ReplyDeleteEscreva mais vezes assim mesmo,
sem hesitações e com a merecida resposta imediata fazendo jus ao que (sob qualquer critério jornalístico de referência) não se aceita ler escrevinhado - e que no caso da Dona f. se desejaria profissional q.b.
Caro João,modestia à parte foi a minha pessoa que alertou o Pedro Correia para esta siuação(post:vemos,ouvimos e vemos de 27/3/07).Em democracia não vale tudo,e existem regras,mesmo que essas pessoas se esqueçam que existem mais de 1 milhão de emigrantes só em França, e se esses tivessem que voltar como seria ?Repetia-se a histórias de 1975?Valha-nos Deus.
ReplyDeleteUm abraço.
O Salazar é que sabia. Desde que não se falasse das coisas elas pura e simplesmente não existiam.
ReplyDeleteHistorias de 75 ? Mas o que é que isso tem a ver com o caso corrente ?
ReplyDeleteE porquê a alusão aos partidos totalitários de esquerda? Existem, são um mal, mas propõe o seu equilíbrio com o nascimento de um partido de extrema direita? Ou é um "estes são maus, mas atenção que também temos aqueles? Quando se noticia um homicídio deverá mencionar-se que também existem os estupros? As violações? Não entendi.
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