Habituado a derrotas eleitorais, esta pesa-me muito mais, e apesar de sempre ter sido previsível, sinto-me deveras desolado. Pelas razões que a Isabel tão bem expôs no seu texto já aqui em baixo.
Mas é tempo de agir, não de desanimar. Mais do que com as palavras, acredito que deixamos alguma coisa neste mundo pela nossa coerência, acções e comportamentos quotidianos. E aí, reconheço, abre-se-nos a todos sempre um interminável campo de acção. A luta continua já amanhã.
Mas é tempo de agir, não de desanimar. Mais do que com as palavras, acredito que deixamos alguma coisa neste mundo pela nossa coerência, acções e comportamentos quotidianos. E aí, reconheço, abre-se-nos a todos sempre um interminável campo de acção. A luta continua já amanhã.
Acho bem que lutem pela "vida", já que desde 98 não se viu que alguma coisa tivesse mudado relativamente ao apoio à maternidade e à educação sexual e a tudo o que combate efectivamente o aborto, seja ele legal ou clandestino. Onde estava a maior parte das pessoas que apaixonadamente andaram por aí a fazer a campanha do "não", durante todo este tempo? Refiro-me às que no exercício das suas actividades (professores, médicos, políticos) poderiam ter feito a diferença e não fizeram.O aborto combate-se não através da penalização, mas do planeamento familiar e apoio à maternidade.
ReplyDeleteAssino por baixo João!
ReplyDeleteE que haja novo referendo daqui a 8 anos!
ReplyDeleteEle foi o Cavaco a cantar o Grândola Vila Morena do José Afonso para ganhar as eleições à primeira volta.
ReplyDeleteEle foi o Paulo Portas a desfilar pela vida (não, não foi na "cimeira das lages"...) a gritar a plenos pulmões o slogan: "A vida concebida jamais será vencida".
Ele é o João Távora a escrever que a luta contínua...
Alguém diga alguma coisa de direita!