De madrugada, acordei espontaneamente, alerta. Pode ser a qualquer hora, estará tudo a postos? Sou o primeiro a levantar-me, e percorro a casa, morna e sonâmbula. Ouvem-se respirares desalinhados da minha gente. Aninhados ainda, dormem um sono profundo, ingénuo e inocente. Pela grande janela da cozinha observo o dia que se abre, em tons rosados, todo transparente, implacável. Daqui por mais umas horas, estará cada um, miúdos e graúdos, nas escolas ou trabalhos, uma vez mais empenhados nas suas vidas, nos seus pequenos mundos, pequenas lutas e demais seduções ou conquistas.
Entretanto, é aqui em casa que uma pequena revolução se prepara. Encontramos a cada canto uma parafernália diversa que nos anuncia para breve um pequeno Natal. O berço, pintado de céu azul e nuvens brancas, está ali a um canto do nosso quarto. Há mais agitação, risos e nervos, pois. A mais pequena pede mais atenção. A mala está pronta. O telefone toca constante, a família e os amigos querem saber. Ao jantar, a mãe, que já cede à emoção, pede-nos subliminarmente que preparemos os nossos corações. Entre mais uma almôndega e mais puré, os mais velhos aparentam confiança, imunes. Coisa de adolescentes. O facto é que um pequeno e absoluto rei está a chegar. Que tudo baralha e dará de novo. Graças a Deus.
Entretanto, é aqui em casa que uma pequena revolução se prepara. Encontramos a cada canto uma parafernália diversa que nos anuncia para breve um pequeno Natal. O berço, pintado de céu azul e nuvens brancas, está ali a um canto do nosso quarto. Há mais agitação, risos e nervos, pois. A mais pequena pede mais atenção. A mala está pronta. O telefone toca constante, a família e os amigos querem saber. Ao jantar, a mãe, que já cede à emoção, pede-nos subliminarmente que preparemos os nossos corações. Entre mais uma almôndega e mais puré, os mais velhos aparentam confiança, imunes. Coisa de adolescentes. O facto é que um pequeno e absoluto rei está a chegar. Que tudo baralha e dará de novo. Graças a Deus.
Uma hora pequenina para a mãe, caro João.
ReplyDeleteUm abraço
Com amizade
Isabel
Muito bem, João. Guarda esse post para o mostrares ao teu novo filho quando ele o poder perceber. Felicidades para todos, nessa hora magnífica. Isso SIM!
ReplyDeleteFelicidades João. Para si, para a mãe e, claro, para o futuro "revolucionário». Como diz a Isabel, que a mãe tenha uma hora pequenina.
ReplyDeleteUm abraço,
Helder Robalo
Ao ler-se este post,fica-se com uma forte impressão do quão bem recebida vai ser esta criança.
ReplyDeleteFaço minhas as palavras da Isabel,muitas felicidades para si e esposa.(eu sei bem o que é essa angustia meu caro,ufa!!)
ReplyDeleteUm grande abraço, João. Para si e para a sua mulher.
ReplyDeleteGostei muito. Renovo os meus votos de que tudo continue a correr a cem por cento. Um grande abraço.
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