Aceitar que os diferentes valores, pessoas ou ideologias existem, justificadas e independentes de nós e do nosso preconceituoso ego, devolve-nos sempre mais razão, mais conhecimento e mais realização.
A inteligência obriga à boa fé: o monárquico a questionar-se sobre as virtualidades da república, o católico a auscultar os fundamentos do materialismo, etc. etc. etc.
A inteligência obriga à boa fé: o monárquico a questionar-se sobre as virtualidades da república, o católico a auscultar os fundamentos do materialismo, etc. etc. etc.
A expressão do desprezo pelo contraditório, a prática da desonestidade intelectual e do insulto no discurso indicam sempre ao interlocutor a fragilidade, a insegurança e o medo do seu autor.
As virtualidades da monarquia, por sinal, tenho a maior dificuldade em identificá-las. Mas essa é uma discussão que só no CF está na ordem no dia.
ReplyDeleteConcordo consigo João,apesar de não ser monarquico nem pouco mais ou menos,pode-se discutir ideias, nunca pessoas.
ReplyDeleteUm abraço.
Por um lado concordo, discutir e avaliar prós e contras, sairmos de nós para ver outros pontos de vista. Tudo certo.
ReplyDeleteMas há que ter em conta que entre duas visões opostas nem sempre a verdade está no meio, pode-se dar o caso de uma estar certa e a outra errada.
Mas nem sempre está no meio. Assim era fácil! Há até verdades sobrepostas...
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