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O espelho de Alcácer
O ruído da espuma dos dias nos noticiários cansa-nos, avassala-nos e, não raras vezes, anestesia-nos a alma. Por isso, a nossa primeira reaç...
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Na Semana Santa que por estes dias vivemos, fomos convidados a percorrer simbolicamente o caminho de Jesus Cristo até ao Calvário, impulsio...
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Não tenho grande pachorra para "socialites" ou intriguinhas “cor de rosa”. Nunca dei muita atenção às fofocas sobre o casamento d...
Pois é, mas se as manifs não fossem autorizadas a determinadas horas em percursos onde apenas causam transtornos a terceiros que não têm nada que ver com o assunto, era o fim da macacada.
ReplyDeleteNo entanto, calculo que a generalidade da população apoiasse uma interdição desse género.
Caro João
ReplyDeleteEu que sempre trabalhei no privado, e que me farto de trabalhar que nem um desgraçado, não posso fazer, nem nunca fiz uma greve, eu compreendo estas pessoas, que como todos nós estão a ser atingidos como sabemos. A função publica sempre foi uma previligiada em relação aos outros trabalhadores isso é uma verdade indesmentivél,agora diga-se em abono da verdade,um país não avança se não houver reformas profundas na sociedade, o imobilismo fundamentalista do PCP e dos seus satélites neste momento é pouco menos que anti-patriótico neste ponto de viragem, é por estas e por outras manobras alegadamente de "protesto" que este país chegou aonde chegou.Com isto não quero dizer que concorde com todas as políticas deste governo socialista, muito antes pelo contrário, mas o "mal tem que ser dividido pelas aldeias" não pode haver fracturas na sociedade, ou então Portugal vai andar sempre na cauda das estatisticas e isso é que me doi.
Eu como não sei comentar esta posta sem ofender gravemente o seu autor prefiro não o fazer... até porque, tenho a certeza, o João Távora, sabe tudo o que há para saber, sobre a Democracia, o Povo, e o Trabalho.
ReplyDeleteCaro António:
ReplyDeleteNão sei muito nem pouco, tenho a minha opinião. Sem conhecer a sua, que presumo diferente da minha, respeito-a.