Parabéns ao DN pela evocação dos 100 anos sobre o nascimento de Marcelo Caetano editada hoje em suplemento. Profusamente ilustrado, nele encontramos as opiniões de Adriano Moreira, Jorge Sampaio e Veiga Simão, além de uma pequena pérola jornalística – que peca por curta… – da autoria de Ana Sá Lopes numa visita e entrevista à filha do estadista.É assim que se documenta a história que se irá escrever.
Li apressadamente o suplemento e a ideia com que fiquei foi que mais uma vez se enfatiza que não teve capacidade para mudar o que pretendia ou que os «falcões» do Estado Novo não o deixaram.
ReplyDeleteVeremos se logo à noite a Filha do Prof. Caetano faz alguma revelação interessante na entrevista com Judite de Sousa.
De qualquer maneira, julgo que tratava de alguém com um nível intelectual excepcional e cultura idem, raros (raríssimos) na classe política actual.
Sim. O DN fez uma óptima escolha para a forma de divulgação. Não perde nobreza, pelo contrário. Já o Público foi exuastivo, apesar de ter feito também um bom trabalho. Mas tornar o Professor na manchete é um exagero.
ReplyDeleteÉ o Raul Castro?
ReplyDeleteTambém me parece que lhe faltou o “golpe de asa” que faria dele definitivamente “O” grande estadista: restaurar a monarquia, e implantar uma democracia em Portugal. De resto uma vez mais é o triste “final” que já sabemos. Brandos costumes…
ReplyDeleteComo é possível que pessoas inteligentes possam ao mesmo tempo criticar Fidel Castro e reverenciar Caetano, sendo os dois da mesma cepa dos ditadores?
ReplyDelete